Mônica Veloso lança livro e Noblat relembra o que ela esqueceu...
O articulista Noblat disse hoje em seu site que Mônica Veloso, "esqueceu de contar em seu livro uma história que se tornou famosa em Brasília. Na época, ela namorava Luís Eduardo Magalhães (PFL-BA), líder do governo FHC. Ele jantava com amigos e com outra jornalista no restaurante Piantela. Mônica entrou calmamente no restaurante, dirigiu-se à mesa e, sem nada dizer, puxou a toalha com tudo que havia em cima. Saiu em seguida. E Luiz Eduardo foi atrás".
A jornalista Mônica Veloso lança na quarta-feira (28) o livro O poder que seduz, "em que relata bastidores da política em Brasília". São 192 páginas. A jornalista, que meteu Renan na guilhotina, foi a responsável pelo primeiro pedido de cassação do presidente licenciado do Senado. Moniquinha relata sua proximidade com o poder descontraidamente. Por enquanto, nenhum político foi convidado.
400 g de peito de frango 1 cálice de azeite de oliva suco de 1 limão 2 colheres (sopa) de manjerona, tomilho e estragão picados 2 fatias de pão italiano 2 laranjas 2 limões 200 g de pancetta defumada em fatias sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo: Lave o peito de frango, enxugue e corte-o em cubos de cerca de 3 cm de lado. Coloque-os numa tigela e regue com o azeite e o suco de limão. Adicione 1 colher (sopa) das ervas picadas, tempere levemente com sal e pimenta-do-reino e misture com uma colher para espalhar bem o tempero. Cubra e deixe marinar por pelo menos 20 minutos em local fresco. Enquanto isso, corte as fatisa de pão em cubos irregulares, toste levemente no forno e reserve. Corte 1 laranja e 1 limão em fatias de cerca de 1 cm de espessura e, em seguida, corte em pedaços menores. Envolva os cubos de frango na pancetta e distribua-os em 8 espetinhos, alternando com pedaços de pão e de laranja e limão. Coloque os espetinhos em uma assadeira forrada com papel-manteiga, polvilhe com uma pitada de pimenta-do-reino e leve ao grill do forno por 15 minutos, girando de vez em quando para dourar de modo uniforme. Corte a laranja e o limão restantes em fatias finas, distribua sobre uma travessa e polvilhe com as ervas aromáticas restantes e com 1 pitada de pimenta-do-reino. Coloque por cima os espetinhos e sirva a seguir. Se preferir, acompanhe com um vinagrete à base de azeite de oliva, mostarda, suco de limão e tomilho.
O soldado está convencido de que tem diante de si um espaço de tempo infinitamente adiável antes que o matem; o ladrão, antes que o prendam; o homem, em geral, antes que o arrebate a morte. Esse é o amuleto que preserva os indivíduos - e às vezes os povos - não do perigo, mas do medo ao perigo; na verdade, da crença no perigo, motivo pelo qual o desafiam em certos casos, sem que sejam necessariamente bravos.
Marcel Proust, in 'À Sombra das Raparigas em Flor'
Numa votação apertada decidida em dois turnos, a OAB escolheu ontem à noite os advogados para a lista sêxtupla que será submetida ao Tribunal de Justiça para a escolha do novo desembargador.
São eles: Bolívar Ferreira Costa, Marcus Vinícius Americano da Costa, Lourival Almeida Trindade, Custódio Lacerda Brito, Francisco Fontes Hupsel e Sérgio Emílio Schlang.
Após ouvir cada um dos 17 candidatos, os conselheiros se reuniram em sessão secreta e aprovaram a lista. Votaram, além do conselheiros e diretores da entidade, ex-presidentes da Ordem.
Surpreendentemente, ficaram de fora da lista figurões como Graciliano Ramos, Geraldo Teixeira Neto e Eliezé Bispo. A maior surpresa, entretanto, foi a desistência de concorrer do advogado Nilson Castelo Branco.
Entre outros motivos, pelo fato de ter grande trânsito na Ordem, da qual foi membro do Tribunal de Ética e da comissão de Reforma do Poder Judiciário, havia grande expectativa de que Castelo Branco fosse um dos mais votados.
No Tribunal, a lista será reduzida a três nomes por escolha dos desembargadores, que a submeterão à apreciação do governador Jaques Wagner para a definição do próximo nome que integrará o mais alto posto da magistratura na Bahia.
O governador Otávio Mangabeira visitou Barreiras (BA) com o presidente Eurico Dutra. Foram saudados pelo orador oficial do lugar, o rábula José Mariano de Sousa, que elogiou o governo, citando o ginásio de esportes, água e a nova cadeia, "com amplos e confortáveis xadrezes". Mangabeira não gostou. E deu ordem a Orlando de Carvalho, chefe político local: - Quando formos embora, mande prender esse orador. Já estive preso e nunca vi xadrez "amplo e confortável". Esse cretino precisa aprender que não se elogia cadeia, nem carcereiro.